terça-feira, 10 de maio de 2011

"Comprometida" - Elizabeth Gilbert


Da mesma autora de "Comer, rezar e amar", também gostei deste "Comprometida", onde a autora, Elizabeth Gilbert, conta como teve que se casar para que o namorado, brasileiro, pudesse ter visto de permanência nos EUA, de suas pesquisas sobre matrimônio em livros, estudos, em sua própria família e mesmo em povoados remotos onde esteve, como no Laos, onde entrou em contato com uma cultura bastante diversa na nossa, ocidental, e a qual aos poucos vem mudando no que as mulheres mais jovens vem tendo maior poder aquisitivo. Depois de ler tantas teses, e pela necessidade de se destraumatizar de seu casameto anterior e se casar, se deixa convencer finalmente pelo argumento de um autor (inglês, cujo nome esqueci) de que casamento pode ser um ato "de rebeldia" através da cumplicidade que há (ou pode haver) num casal, cumplicidade esta onde nem um sistema ditatorial pode se imiscuir - se entendi bem. (Bom, para mim essa tese não surtiria efeito, mas que bom que serviu para ela).
Só achei que nas poucas vezes quando menciona o Brasil o faz de uma maneira que dá a impressão de que aqui é apenas um país miserável :( Foi a sensação que tive. No mais, é uma boa leitura, onde mais uma vez mostra sua sincera busca por respostas, dentro e fora de si mesma, para viver melhor a vida.

terça-feira, 19 de abril de 2011

MiniFazenda


É uma paixão :)
Comprei a última expansão recentemente.

domingo, 17 de abril de 2011

Botão de passarinho




Achei um mimo esses botões no feitio de passarinho da blusa que comprei:

sexta-feira, 15 de abril de 2011

mais dois livros interessantes


Gostei bastante de "Coroas - corpo, envelhecimento, casamento e infidelidade", de Mirian Goldenberg; pena que, ao contrário do que o título faz pensar a princípio, não foque apenas (ou mais) na temática da mulher que hoje vai entrando na meia-idade ou já se tornou uma "coroa", sendo principalmente um estudo sobre a cultura da mulher brasileira hoje, a comparando também com a cultura alemã e espanhola, pontuando a questão -uma obsessão de uns tempos pra cá- da ideia da beleza e juventude (o corpo como "patrimônio"): fica claro que o legal é não ser nem 8 ou 80.
Já em "Buda - mito e realidade", de Heródoto Barbeiro, gostei de conhecer um pouco mais sobre a história de Buda e do budismo - desconhecia que nessa religião não se crê na existência da alma.

sexta-feira, 18 de março de 2011

"1822"


Gostei muito deste livro "1822", de Laurentino Gomes, mesmo autor de 1808 (que também gostei) que fala sobre a época antes e depois da Independência do Brasil, suas consequências aqui e em Portugal, e algumas curiosidades (como ter sido doada pela Marquesa de Santos o terreno onde é hoje o Cemitério da Consolação em São Paulo) e características de seus personagens principais as quais, certamente, a gente não aprende nos livros de História do colégio.

sexta-feira, 11 de março de 2011

Junquilho



Não sei o nome dessa flor, que só aparece uma vez ao ano - ou costumava ser assim, antes do "aquecimento global". Uma vez li numa revista que se chamava Junquilho, então deve ser.
Essa é uma mudinha que ganhei de D. Myriam e está florindo agora.
Lindas, não?

segunda-feira, 7 de março de 2011

Três livros



Tem tempo que estou para falar desses três livros de Marlena De Blasi:
"Mil dias em Veneza", onde ela conta como conheceu o marido, Fernando, homem que a viu uma vez a olhar uma vitrine em Venza anos atrás e nunca a esqueceu (fato assustadoramente romântico e doido, não?, seu processo de mudança dos EUA para a Itália - eu não teria coragem-, sua convivência com o marido e com os italianos, a cidade e culinária de Veneza.
No livro "Um certo verão na Sicília", narra sua viagem à Sicília, o incrível encontro com a personagem Tosca que é proprietária de uma grande propriedade transformada numa espécie de "Shangrilá" de amigos, ex-empregados, vivendo numa "sociedade" harmônica e de cuja vida ela vai se inteirando aos poucos.
"Mil dias na Toscana" foi o que li por último e do qual mais gostei. Fala da decisão dela e do marido de deixarem Veneza e rumarem para um estilo de vida mais tranquilo e "real" na Toscana, onde alugam uma casa e fazem amizade com diversas pessoas na pequena cidade, em especial com Barlozzo, que ela logo apelida de "duque" e cuja história também vai conhecendo aos poucos, nos revelando uma amizade e tanto. Fiquei curiosa para saber como andará ele...
Chef de cozinha e crítica gastronômica, ela escreve e descreve muitos pratos; então, não recomendo lê-los se você for uma pessoa gulosa ou estiver com fome! :)
Me deu até vontade de cozinhar, tal o entusiasmo dela com temperos, ervas, fornos, pães....contagiante!